Água, sol, terra, pedra, vento e corpo sobre papel

Instalação






A Ribeira de Santa Luzia é o tema central da instalação. É feito um registo desse percurso até chegar ao ponto mais distante possível e na tentativa de encontrar um acesso na ribeira. São estes caminhos naturais que fazem a união entre a serra e o mar, entre a água doce e a água salgada. A vida que aqui existe é aparentemente vazia, mas numa observação mais atenta encontramos pássaros como a lavandeira, insectos, microorganismos e plantas que resistem entre as pedras de basalto. É um verdadeiro tesouro de análise das alterações que vamos introduzindo na terra. As sementes que vêm com a terra das chuvas trazem várias espécies e algumas desenvolvem-se de maneira surpreendente, desde árvores, arbustos e inúmeras ervas.
A instalação é composta por uma série de desenhos de papel de seda, realizados com vários elementos, entre os quais a água, o sol, a terra, o vento e o corpo. Alguns destes elementos pela sua natureza não estão visíveis fisicamente mas foram importantes para a construção da matéria plástica. Os desenhos e os objectos estão dispostos em ritmos e formatos que vão buscar inspiração ao percurso realizado. Estes criam uma relação de energias, de silêncios e de espaços em branco que são preenchidos pelo observador. Fazem parte ainda da instalação um conjunto de fotografias e um vídeo realizado na ribeira.
Pela natureza dos materiais explorados, como o papel de seda e a terra, a matéria criada é efémera, subtil, quase etérea fazendo assim um paralelo entre o ciclo vida / criação.


Cristina Perneta



Para sentir até o dia 7 de Março no espaço Magnolia
Magnolia Audio e Video - Avenida Luís de Camões, 17 - J
Tel. 291 2003 440




Jaime Isidoro

..."Entre os meus pensamentos à aquele em que eu digo que " Nasço todos os dias para amar e para aprender". Amar é tudo o que passo os olhos."...


Jaime Isidoro, 15.3.2008


Com muita ternura e saudades ...
Amigo

1924 - 2009

Ribeira de João Gomes








A Ribeira de João Gomes é uma das três ribeiras principais do Funchal e nasce na serra do Poiso. Perto do centro do Funchal está esta pequena levada. É uma levada que dura aproximadamente 30 minutos até chegar à cascata. Ao longo do percurso apercebemos-nos que precisa de uma manutenção. Mas vale a visita.


Mercarte Feira de Artesanato


Dia 24 de Janeiro Das 9h até ás 18h vamos estar no Mercarte. No Largo da Restauração ( ao lado do Golden café ).

Cães Bébés para Dar






Quem é que não gosta de uma bela companhia !!!


Data de nascimento: 25 de Novembro.
Raça : mãe raça labrador / pai desconhecido.

Já foram adoptados !




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A maior Flôr e Inflorescência do Mundo ?



Maior Flôr do Mundo




Flesia Arnoldii, Rafflesia é conhecida por produzir a maior Flôr do mundo. A planta não tem folhas, pode atingir de diâmetro mais de 1 metro e pesar 10 kilos. Rafflesia é uma planta parasita, que atrai os insectos pelo seu cheiro intenso, ficando presos num líquido pegajoso permitindo assim que a planta se alimente. Foi descoberta na floresta da Indonésia por Joseph Arnold em 1918. A espécie é natural das ilhas de Sumatra e Bornéu, na Indonésia.








Maior inflorescência do Mundo





Titan Arum (Amorphophallus Titanum), é considerada a maior inflorescência do Mundo. Pode atingir 3 metros de altura, um diâmetro de 1 metro e meio e pesar 75 kilos.
Conhecida como a Flôr- Cadáver, nome que terá surgido em função de uma lenda que diz que, quando se abre, a planta devora quem a cultivou. O seu odor insuportável atrai assim moscas e besouros, que se alimentam de carne podre. Para o cheiro ficar ainda mais intenso e atrair ainda mais insectos a planta produz o seu próprio calor chegando a sua temperatura interna aos 36 graus. Isto porque a planta consome grande parte da energia que possui armazenada e por isso floresce poucas vezes, duas ou três vezes ao longo da sua vida. É uma planta que vive aproximadamente 40 anos.
Foi descoberta pelo botânico italiano Odoardo Beccari em 1879 e é originária das florestas tropicais de Sumatra, uma ilha da Indonésia, no Oceano Pacífico.








Fonte : Wikipédia

Natal




Flores da época
Tema : Natal

Materiais :
Giesta
Musgo
Um pouco de Azevinho
Pinhas secas
Pequenos galhos de Pinheiro
Rosas brancas, amarelas e laranjas apanhadas do jardim
Urze seca com tinta de água


A verdade escondida


Earthlings é um impressionante documentário que mostra uma realidade escondida da sociedade. Foram usadas câmaras ocultas para entrar num mundo que parece de Outro Mundo, mas é bem perto de nós que isto se passa. O que está por detrás de um simples Hamburguer, um casaco de peles, e dos grandes negócios do mundo. É um filme que aborda a relação entre a natureza o homem e os animais. As imagens contêm por vezes cenas violentas, o sofrimento que os animais passam para dar alimento e vestuário aos humanos. Depois de ver o filme nunca mais será o mesmo ...
Em tempo de "crise", que mais não passa de uma Crise de Valores é importante reflectir as escolhas que tomamos diariamente, pois são estas que vão sustentar o nosso futuro individual e colectivo. É a nossa escolha que fará a diferença no mundo para o reequilíbrio do trio Natureza/ Ser humano/ Animais.


Semente da esperança







Flores da época
Tema : Semente da esperança

Materiais :
Sementes
Flôr do algodão
Tronco seco de faia
Pitangas verdes

Castanhas




É um substituto do pão. O seu valor nutritivo advém da grande percentagem de açúcar que possuem . Podem ser comidas cruas, cozidas ou assadas.

Solstício de Inverno

Poiso, Madeira



No dia 21 de Dezembro começa o Solstício de Inverno, pela 12h04m. Dá-se o início do Inverno no Hemisfério Norte. A estação mais fria do ano tem a duração de 88,99 dias até ao próximo Equinócio (primavera) que ocorre no dia 20 de Março de 2009 pelas 11h44m.


A palavra Inverno vem do latim hibernu. Está ligado ao ciclo biológico de alguns animais ao entrar em hibernação e se recolherem durante a época mais fria. Os dias são mais curtos e as noites, mais longas. Das árvores se desprendem as suas últimas folhas. É nesta estação do ano que a luz, a claridade fica reduzida.

A palavra Solstício vem do latim solstitiu . Está associada aos extremos máximos do deslocamento do Sol, o qual inverte o seu sentido de deslocamento, portanto o Sol precisa parar o seu movimento para retornar. É a altura em que o Sol atinge as posições máxima ( Verão ) e mínima ( Inverno ) de altura em relação ao equador.



Notas sobre o Solstício de Inverno e as diferentes culturas

O Solstício de Inverno era conhecido como o “nascimento do sol” desde a era mais remota e festejado por todos os povos no hemisfério norte, que é também o de maior população (maiores massas continentais). Este acontecimento astronómico era muito importante visto marcar o início do novo ciclo do Sol sobre a Terra, com dias cada vez maiores e mais quentes até ao novo retorno.

A esta data associavam-se rituais ou festas muito importantes. Por exemplo:

As civilizações mais antigas consideravam o Sol como sendo o filho da luz, a luz para eles representava Deus em vida.

Entre os druídas, o solstício era comemorado como o dia da fertilidade e muitas mulheres tentavam engravidar nesse dia.

Nos povos asiáticos, o solstício era representado por um velho de barbas brancas e roupagem vermelha e branca. Esse ser representava Deus na Terra e os asiáticos acreditavam que esse Deus encarnado trazia para a humanidade o seu filho sol.

Os Egípcios festejavam o solstício com rituais de magia que envolviam o cultivo de sementes.

Os Indianos festejavam-no transcendendo os corpos em rituais dimensionais mágicos.

Entre os povos das Américas no hemisfério Sul, os Incas mais antigos e os indígenas comemoravam o Solstício de Inverno no dia 21 de Junho e o Solstício de Verão no dia 21 de Dezembro.

Os Maias elaboraram um calendário perfeito usando o solstício como o início do ciclo do sol e da lua na Terra.

Já nos dias de hoje e talvez também por pressão da sociedade de consumo há grupos e colectividades que começam a festejar os equinócios (a festa da Primavera) e solstícios.

Fonte : Observatório Astronómico de Lisboa



Ribeiras - Natureza selvagem na cidade ?




A vida que existe nestes caminhos aquáticos é aparentemente vazia mas numa observação mais atenta iremos encontrar pássaros como a lavandeira e muitos outros insectos, microorganismos e plantas que resistem entre as pedras de basalto .
É um verdadeiro tesouro de análise das alterações que vamos introduzindo na terra. As sementes que vêm com a terra das chuvas trazem inúmeras espécies e algumas se desenvolvem de maneira surpreendente nestes caminhos naturais, desde árvores, arbustos e inúmeras ervas.
No Funchal existem três ribeiras principais que iniciam a captação de água nas serras da Madeira são elas a Ribeira de Santa Luzia, a de João Jomes e a de São João. Estas por sua vez recebem dos vários ribeiros água antes do destino final, o mar. Fazendo o ponto de união da água doce com a água salgada...






Ribeira de Santa Luzia, Funchal