Tatuagens naturais de Henna
Incensos naturais de ervas
Porquê que os passarinhos estão a cantar ?
Água, sol, terra, pedra, vento e corpo sobre papel
A Ribeira de Santa Luzia é o tema central da instalação. É feito um registo desse percurso até chegar ao ponto mais distante possível e na tentativa de encontrar um acesso na ribeira. São estes caminhos naturais que fazem a união entre a serra e o mar, entre a água doce e a água salgada. A vida que aqui existe é aparentemente vazia, mas numa observação mais atenta encontramos pássaros como a lavandeira, insectos, microorganismos e plantas que resistem entre as pedras de basalto. É um verdadeiro tesouro de análise das alterações que vamos introduzindo na terra. As sementes que vêm com a terra das chuvas trazem várias espécies e algumas desenvolvem-se de maneira surpreendente, desde árvores, arbustos e inúmeras ervas.
A instalação é composta por uma série de desenhos de papel de seda, realizados com vários elementos, entre os quais a água, o sol, a terra, o vento e o corpo. Alguns destes elementos pela sua natureza não estão visíveis fisicamente mas foram importantes para a construção da matéria plástica. Os desenhos e os objectos estão dispostos em ritmos e formatos que vão buscar inspiração ao percurso realizado. Estes criam uma relação de energias, de silêncios e de espaços em branco que são preenchidos pelo observador. Fazem parte ainda da instalação um conjunto de fotografias e um vídeo realizado na ribeira.
Pela natureza dos materiais explorados, como o papel de seda e a terra, a matéria criada é efémera, subtil, quase etérea fazendo assim um paralelo entre o ciclo vida / criação.
Cristina Perneta
Tel. 291 2003 440
Jaime Isidoro
Ribeira de João Gomes
A Ribeira de João Gomes é uma das três ribeiras principais do Funchal e nasce na serra do Poiso. Perto do centro do Funchal está esta pequena levada. É uma levada que dura aproximadamente 30 minutos até chegar à cascata. Ao longo do percurso apercebemos-nos que precisa de uma manutenção. Mas vale a visita.
Mercarte Feira de Artesanato
Cães Bébés para Dar
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A maior Flôr e Inflorescência do Mundo ?
Maior Flôr do Mundo

Flesia Arnoldii, Rafflesia é conhecida por produzir a maior Flôr do mundo. A planta não tem folhas, pode atingir de diâmetro mais de 1 metro e pesar 10 kilos. Rafflesia é uma planta parasita, que atrai os insectos pelo seu cheiro intenso, ficando presos num líquido pegajoso permitindo assim que a planta se alimente. Foi descoberta na floresta da Indonésia por Joseph Arnold em 1918. A espécie é natural das ilhas de Sumatra e Bornéu, na Indonésia.



Titan Arum (Amorphophallus Titanum), é considerada a maior inflorescência do Mundo. Pode atingir 3 metros de altura, um diâmetro de 1 metro e meio e pesar 75 kilos.
Conhecida como a Flôr- Cadáver, nome que terá surgido em função de uma lenda que diz que, quando se abre, a planta devora quem a cultivou. O seu odor insuportável atrai assim moscas e besouros, que se alimentam de carne podre. Para o cheiro ficar ainda mais intenso e atrair ainda mais insectos a planta produz o seu próprio calor chegando a sua temperatura interna aos 36 graus. Isto porque a planta consome grande parte da energia que possui armazenada e por isso floresce poucas vezes, duas ou três vezes ao longo da sua vida. É uma planta que vive aproximadamente 40 anos.
Foi descoberta pelo botânico italiano Odoardo Beccari em 1879 e é originária das florestas tropicais de Sumatra, uma ilha da Indonésia, no Oceano Pacífico.


Fonte : Wikipédia
Natal
A verdade escondida
Earthlings é um impressionante documentário que mostra uma realidade escondida da sociedade. Foram usadas câmaras ocultas para entrar num mundo que parece de Outro Mundo, mas é bem perto de nós que isto se passa. O que está por detrás de um simples Hamburguer, um casaco de peles, e dos grandes negócios do mundo. É um filme que aborda a relação entre a natureza o homem e os animais. As imagens contêm por vezes cenas violentas, o sofrimento que os animais passam para dar alimento e vestuário aos humanos. Depois de ver o filme nunca mais será o mesmo ...
Em tempo de "crise", que mais não passa de uma Crise de Valores é importante reflectir as escolhas que tomamos diariamente, pois são estas que vão sustentar o nosso futuro individual e colectivo. É a nossa escolha que fará a diferença no mundo para o reequilíbrio do trio Natureza/ Ser humano/ Animais.

Semente da esperança
Castanhas
Solstício de Inverno
No dia 21 de Dezembro começa o Solstício de Inverno, pela 12h04m. Dá-se o início do Inverno no Hemisfério Norte. A estação mais fria do ano tem a duração de 88,99 dias até ao próximo Equinócio (primavera) que ocorre no dia 20 de Março de 2009 pelas 11h44m.
A palavra Solstício vem do latim solstitiu . Está associada aos extremos máximos do deslocamento do Sol, o qual inverte o seu sentido de deslocamento, portanto o Sol precisa parar o seu movimento para retornar. É a altura em que o Sol atinge as posições máxima ( Verão ) e mínima ( Inverno ) de altura em relação ao equador.
Notas sobre o Solstício de Inverno e as diferentes culturas
O Solstício de Inverno era conhecido como o “nascimento do sol” desde a era mais remota e festejado por todos os povos no hemisfério norte, que é também o de maior população (maiores massas continentais). Este acontecimento astronómico era muito importante visto marcar o início do novo ciclo do Sol sobre a Terra, com dias cada vez maiores e mais quentes até ao novo retorno.
A esta data associavam-se rituais ou festas muito importantes. Por exemplo:
As civilizações mais antigas consideravam o Sol como sendo o filho da luz, a luz para eles representava Deus em vida.
Entre os druídas, o solstício era comemorado como o dia da fertilidade e muitas mulheres tentavam engravidar nesse dia.
Nos povos asiáticos, o solstício era representado por um velho de barbas brancas e roupagem vermelha e branca. Esse ser representava Deus na Terra e os asiáticos acreditavam que esse Deus encarnado trazia para a humanidade o seu filho sol.
Os Egípcios festejavam o solstício com rituais de magia que envolviam o cultivo de sementes.
Os Indianos festejavam-no transcendendo os corpos em rituais dimensionais mágicos.
Entre os povos das Américas no hemisfério Sul, os Incas mais antigos e os indígenas comemoravam o Solstício de Inverno no dia 21 de Junho e o Solstício de Verão no dia 21 de Dezembro.
Os Maias elaboraram um calendário perfeito usando o solstício como o início do ciclo do sol e da lua na Terra.
Já nos dias de hoje e talvez também por pressão da sociedade de consumo há grupos e colectividades que começam a festejar os equinócios (a festa da Primavera) e solstícios.
Fonte : Observatório Astronómico de Lisboa











